Percurso para uma Fygura

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Nesta criação a performer cria um corpo_ciborg se apropriando de elementos estético políticos e reimaginado narrativas marginais. Uma reverberação sobre a obra de Jayme Fygura. Um vagar sobre o metal e a matéria orgânica.

  • Performance | Jeisiekê
  • Música | Eli Moreira
  • Vídeo | tilt St - Imagens dos vídeos são acervo da casa monxtra e do filme Sarcófago de Daniel Lisboa.
  • Créditos das fotos de divulgação | @dimukura @froydeh @levi_mnds

A performance é itinerante, saindo da Casa Charriot e seguindo o percurso entre a rua Visconde de Cairu e a Praça da Inglaterra.

Jeisiekê de Lundu

Artista visual, performer e escritora. Cria maquiagens, figurinos e audiovisual. Utiliza sucata para instalar em seu próprio corpo múltiplos imaginários. Atua na cena cultural soteropolitana sendo conselheira em concursos de transformismo e bailes de vogue. Perambula pela UFBA no curso de bacharelado interdisciplinar em artes. Costura pra fora e escreve pra dentro. Esculpe jóias e acessórios de cabeça. Recicla referências em sua cozinha mágica, pesquisando ervas, flores e sementes para criar e reinventar cremes e pós para maquiagens. Pesquisa a interferência da necropolítica nos processos de trauma em corpos trans e o uso de sabedorias ancestrais para a criação de cura.

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