Exposição Caretas | Uma Expressão Ancestral

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Contam os mais velhos que os caretas da Praia do Forte surgiram no período da escravidão. Homens em situação de escravizados saíam do castelo para assustar as crianças durante o período carnavalesco. Também usavam como estratégia para criar resistência: circulando entre os colonizadores como caretas podiam se reunir com outros negros na mata para, então, criar os movimentos voltados à sua emancipação e liberdade. O ritual, preservado por Mestre Ulisses, continua encantando nos dias de hoje.

Após a produção das caretas, feitas em papel machê, o grupo, trajado com roupas velhas, se enfeita com folhas do mato, cordas e grandes chocalhos. É na rua que a festa ganha dimensão. Com muito barulho e tradicional irreverência, os caretas percorrem as vielas correndo atrás da criançada. Quando acaba o festejo, só resta saudade. "Tô trabalhando com eles para que isso não acabe. Que eu morra, mas que continue", revela Ulisses. O que é popular nunca morre.

A Exposição “Caretas - Uma Expressão Ancestral” será realizada no Museu de Arte da Bahia, composta por 20 obras feitas em papel machê por mestres careteiros de Praia do Forte.

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Mestre Ulisses | Caretas de Praia do Forte

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