Concerto de abertura da Virada Sustentável 2023 Simjazz

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Um acontecimento inédito e plural, reunindo, no mesmo palco, uma homenagem à carreira do fotógrafo gaúcho Luiz Carlos Felizardo e o espetáculo de estreia da Simjazz Orquestra dão vida à Virada Sustentável 2023.

Participação especial: Ernesto Fagundes, Paola Kirst, Vítor Ramil

Regência: Maestro Edu Martins

Direção: Luciano Alabarse

Projeção de imagens: VJ e videomaker Jana Castoldi

 

Evento gratuito
*Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro, 
são limitados à capacidade local e serão distribuídos por ordem de chegada.

Simjazz: lançamento oficial da orquestra e abertura oficial da Virada Sustentável 2023.

No repertório estarão presentes as obras dos maiores e mais importantes compositores da nossa música popular como Pixinguinha, Ari Barroso, Tom Jobim, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Djavan, Caetano Veloso, Rita Lee. 

Simjazz é o resultado estético da fusão de tradições em orquestras de rádio e televisão, com o erudito de caráter contemporâneo e com a vanguarda da música popular em uma estética atraente e singular. Tal combinação oferece possibilidades artísticas que vão da execução de trilhas escritas para o cinema, musicais, música popular até o repertório erudito contemporâneo selecionado. É também, dar um tratamento sinfônico à música popular brasileira propondo ao público e aos músicos uma experiência única, repleta de beleza, sofisticação e energia.

 O seu caminho artístico busca o equilíbrio entre arranjo, improvisação e alta performance, combinando jovens talentos e músicos consagrados em convívio a fim de preservar e valorizar a cultura do nosso Brasil, bem como manter um solo fértil à formação de novas revelações e obras. 

Embora o seu nome contenha a palavra jazz como vetor referencial e estético naquilo que possui de energia, de vanguarda e de liberdade, o propósito da orquestra é valorizar o repertório brasileiro em suas várias matizes e formas de expressão, pois fundamenta-se nas obras dos maiores e mais importantes compositores da nossa música popular como Pixinguinha, Ari Barroso, Tom Jobim, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Djavan, Caetano Veloso, Rita Lee, apenas para citar alguns. Integra esse propósito o esforço para salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver a música brasileira impactando de forma potente o desenvolvimento técnico dos músicos que executam instrumentos como saxofone, trompete, violino, violoncelo, entre outros similares, pois tais músicos dependem muito de projetos capazes de produzir ambientes onde hajam repertório e arranjo de alto grau de dificuldade e estímulo, contribuindo para o constante aprimoramento musical. A orquestra Simjazz abre um importantíssimo e fecundo espaço para o crescimento da cultura musical, além de preencher vigorosamente uma lacuna que não é ocupada por nenhum projeto local similar, quiçá no estado todo do Rio Grande Do Sul.

 

Luiz Carlos Felizardo, o homenageado da noite:

A projeção especial Paisagens de Jana Castoldi prestará homenagem ao fotógrafo Luiz Carlos Felizardo (esq.) e com suas imagens, aprofunda as questões do bioma Pampa, sua importância como espaço ímpar, o compromisso de preservação, suas características e problemas causados pelos humanos, que atuam no processo de desertificação.

Felizardo cursou Arquitetura na UFRGS e, desde 1972, passou a dedicar-se exclusivamente à fotografia, destacando-se nas áreas de paisagem e arquitetura. A partir de 1975 realizou mostras individuais e coletivas nacionais e internacionais, no México, Estados Unidos, Venezuela, na I e II Bienal de Havana, Nicarágua, Argentina, Uruguai, Espanha, França, Alemanha, Itália, Síria, Tunísia e Argélia.

Em 1987, participou do projeto Missões 300 Anos — A Visão do Artista. Sua obra compõe coleções oficiais e privadas internacionalmente, como a coleção do neurobiologista e Reitor da Rockfeller University Thorsten Wiesel, Nobel de Medicina e de Joaquim Paiva.

Como bolsista da Comissão Fulbright (1984/1985), trabalhou sob supervisão de Frederick Sommer em Prescott, Arizona. Entre 1990 e 1991, com uma Bolsa da Fundação VITAE (SP), realizou pesquisa sobre vida e obra de Sommer. Em 1991 participou do primeiro grupo de fotógrafos da Coleção MASP/Pirelli, primeira coleção de fotografia brasileira no país. 

Seu projeto - O Sonho e a Ruína – Missões Jesuíticas - foi contemplado no Edital Arte e Patrimônio 2007 (IPHAN/Paço Imperial). A exposição já foi apresentada no MARGS, no Paço Imperial (RJ), no Sítio Arqueológico de São Miguel das Missões e foi adquirida pelo IPHAN, integrando o acervo do Museu das Missões em São Miguel das Missões. 

Luiz Carlos Felizardo é autor dos livros O Relógio de Ver (2000) e IMAGO (2010), ambos reunindo artigos e ensaios sobre fotografia. Em abril de 2004 foi publicado o livro Luiz Carlos Felizardo, 3o volume da Coleção SENAC de Fotografia (Editora SENAC, SP). Em 2011, quando homenageado pelo FESTFOTO, em Porto Alegre, foi publicado o livro A Fotografia de Luiz Carlos Felizardo e realizada exposição retrospectiva de sua obra (Santander Cultural). Em 2016 participou dos Encontros da Imagem (Braga, Portugal), Simpósio "RETHINKING PHOTOGRAPHY: Can Photography Make a Change?". Seu trabalho foi apresentado por Tereza Siza, criadora do Centro Português de Fotografia. Em 2017 foi homenageado pela UFRGS com exposição no Campus Central e, em 2018 apresentou a exposição “A Estranha Xícara”, a convite do Instituto Ling, em Porto Alegre. Em dezembro de 2019 foi lançado o livro “O Percurso de um Olhar”, pela Editora da UFRGS - fotografias e crônicas do autor. 

Recebeu, em 2020, homenagem do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, com o documentário “Um fotógrafo na estrada” e, em 2020, recebeu o Prêmio Açorianos de Artes Visuais, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, RS, pelo conjunto de sua obra. Em 2021, recebeu o Mérito Cultural na Fotografia da RPCFB, como reconhecimento por sua trajetória e o Prêmio Trajetórias /RS. O projeto de diagnóstico de cópias vintage de seu acervo, apresentado por Denise Stumwoll, pela qualidade de seu trabalho como fotógrafo e “printer” recebeu a Bolsa Solange Zuniga, da FUNARTE em 2020. Em 2023 será o homenageado no Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, e terá uma exposição na Pinacoteca Rubem Berta.

 

*Haverá coleta de resíduos eletrônicos pela Cooperativa Paulo Freire no local das 17h00 às 21h00.

Resíduos Eletrônicos são itens que demandam energia elétrica para seu funcionamento,confira abaixo alguns itens que podem ser entregues e o que não pode:

SÃO RESÍDUOS ELETRÔNICOS:

  • Eletrodomésticos: DVD, TVs, aparelhos de som, chaleira elétrica, cafeteira, câmeras fotográficas, lâmpadas LED;
  • Comunicação: telefones, celulares, carregadores, fones, modem, roteadores, CDs, DVDs, disquetes, fita K7;
  • Computadores: computadores, notebooks, teclados, monitores,  impressoras, fontes, cabos, mouses, placas, estabilizadores

NÃO SÃO RESÍDUOS ELETRÔNICOS

  • pilhas e baterias
  • cartuchos de tinta
  • lâmpadas fluorescentes e incandescentes

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