A dança das cabeças

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A peça propõe uma narrativa em formato de bailado que inicia com um cortejo. O ator, metaforicamente, irá encarnar vários personagens por troca de cabeças, dispostas no cenário, com movimentos ritmados, que simbolizam a trajetória de uma alma que vai atravessando o tempo em seu brinquedo de fazer sonhar.

Os principais elementos cênicos são as máscaras (cabeções), arquétipos que trazem consigo uma história própria e fazem uma síntese profunda do Brasil. A narrativa brinca com o imaginário amazônico, com cabeças dos mais variados personagens, como do jacaré, da onça, do velho, da bruxa, da criança, de seres míticos que criam e recriam uma espécie de folguedo popular moderno.

Em movimento, uma carroça leva as várias cabeças, o ator atravessa a rua e é atravessado por ela, nesta aventura cigana, brincando e trocando as perspectivas de lugar, cantante, seguindo o eterno Deus da mudança.

 

Cleber Cajun

Ator, brincante, poeta visual, trabalhador do sensível. Formado em artes visuais pela Universidade Federal do Pará, no curso técnico em ator da ETDUFPA, escola de teatro e dança do Pará.

Formação em educação popular em saúde pela Fiocruz, trabalha desde 2014 com o público em situação de extrema vulnerabilidade social, atua como arte-educador na Casa Rua Nazareno Tourinho, espaço que acolhe migrantes e pessoas em situação de rua. Trabalha com contação de História, oficinas de teatro e artes práticas.

 
 
 

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